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Deputado pernambucano que deu o último voto necessário à continuidade do impeachment agora é investigado por corrupção

Há exatamente um ano, era aberto na Câmara dos Deputados o processo de impeachment contra a agora ex-presidente Dilma Rousseff (PT), consolidado menos de cinco meses depois pelo Senado. O placar final foi de 367 votos favoráveis a 137 contrários, mas o decisivo foi o do pernambucano Bruno Araújo, do PSDB, que foi o 342º parlamentar a votar, número que representa os dois terços necessários para que o caso fosse iniciado. Hoje ministro das Cidades, o tucano é também um dos nomes do primeiro escalão do governo Michel Temer (PMDB) que estão entre os que tiveram investigação autorizada por Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), após a delação de 77 executivos e ex-executivos da Odebrecht.
Fonte/blog do Jamildo

Moro interroga dois ex-executivos da Odebrecht em ação que envolve Antonio Palocci

juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas ações da Lava Jato na primeira instância, interroga dois ex-executivos da Odebrecht ligados ao “Setor de Operações Estruturadas”, conhecido como o departamento da propina da empreiteira, nesta sexta-feira (7). O ex-ministro responde pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no processo.

Hilberto Mascarenhas da Silva Filho, que comandou o “Setor de Operações Estruturadas”, deve ser ouvido a partir das 10h. Já Luiz Eduardo da Rocha Soares, que era diretor no mesmo departamento da empresa, será interrogado a partir das 14h. Ambos serão ouvidos presencialmente, na Justiça Federal de Curitiba.

Na audiência em que ouviu os primeiros réus da ação, em 31 de março, o juiz Sérgio Moro decidiu manter em sigilo o depoimento do ex-executivo da Odebrecht Fernando Migliaccio da Silva. A decisão foi tomada porque Silva é um dos delatores ligados à empresa, cujo depoimento ainda permanece em sigilo pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

A mesma medida pode ser adotada em relação aos interrogatórios dos dois ex-executivos ligados ao departamento de propina da empreiteira.

Palocci está preso desde o dia 26 de setembro do ano passado e atualmente está detido na carceragem da Polícia Federal (PF), na capital paranaense. Ele foi ministro da Casa Civil no governo Dilma Rousseff e ministro da Fazenda de Lula – ambos do Partido dos Trabalhadores (PT).
(Foto: Giuliano Gomes/ PRPress) G1

Câmara realiza sessão solene em homenagem a Eduardo Campos

A Câmara dos Deputados realizou nesta quarta-feira (12) uma sessão solene em homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), cuja morte completa um ano nesta quinta-feira (13).
 
A cerimônia contou com a presença da viúva, Renata Campos, dos cinco filhos do casal, e da mãe de Campos, Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas da União (TCU), além de parlamentares e autoridades, como o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg (PSB), o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e o prefeito do Recife, Geraldo Julio.
 
Em um breve discurso, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), destacou a trajetória política de Campos e disse que todos devem lutar para que seus ideais não morram.
 
Filho mais velho de Campos, João também subiu à tribuna para falar sobre o pai. Ele lembrou da luta do ex-governador para melhorar o país e pediu união para solucionar os problemas brasileiros. “Os problemas são muitos e grandes e só serão vencidos com a união de todos”, disse.
 
O presidente da Fundação João Mangabeira, mantida pelo PSB, Renato Casagrande, também destacou o papel de Campos no cenário político. “Ele se tornou referência pela sua atitude honrada”, afirmou.
 
Eduardo Campos e mais seis pessoas morreram na queda de um avião em Santos (SP), na manhã do dia 13 de agosto de 2014, em plena campanha eleitoral para presidente da República.
 
A sessão solene na Câmara é uma da série de homenagens aos mortos ao longo da semana, que também foram lembrados em missas.
 
Na segunda-feira (10), quando Campos teria completado 50 anos de vida, foi feito um ato suprapartidário, no Recife, que reuniu diversas lideranças políticas, como o senador Aécio Neves (MG), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o ministro da Defesa, Jaques Wagner.
 
Na terça-feira (11), a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) fez uma sessão solene em homenagem ao ex-governador do estado.

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